segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Sabe aquela expressão; Para mundo que eu quero descer?

Então, to afim de falar isso.

Não que eu queira desistir de tudo, nem nada dramático demais.

Mas eu preciso de tempo. Uma pausa. Altas.

Descobrir o que eu quero. Quem sou eu, de onde viemos, pra onde vamos... Sabe?

Eu sei. Já to passando da hora, mas parece que eu não consigo acertar.

Todo mundo me diz que é uma fase, que eu vou achar as respostas. E eu acredito.

Quer dizer, to tentando... to tentando...

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quarta-feira, 21 de outubro de 2009

If life's a game then there must be a reset button... and there is.
It's called "tomorrow"

E dizem que não se aprende nada no facebook...

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quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Eu nunca liguei muito pra expressão; Bonito como um Monet.

Eu nunca tinha parado pra prestar atenção em Monet nenhum.

Mas não é que faz todo sentido.

A pintura é assim: De longe você vê uma imagem, geralmente uma paisagem linda, tranquila. Costuma ser um lugar calmo, onde eu gostaria de estar. De longe.

Porque a medida que você vai chegando pertinho ela vai ficando imprecisa, estranha, até que de perto não passa de um borrão.

E ultimamente eu estou vendo muita coisa que é assim. De longe é lindo e faz todo sentido, de perto é o caos.

Quantas coisas são assim?

Eu consigo pensar em tantas...

Só não sei se isso significa que eu estou enxergando bem, ou se significa que estou vendo mais do que precisava...

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terça-feira, 6 de outubro de 2009

Gol + chuva = reboque + Rita de ônibus

Oh vida, oh céu, oh azar...

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sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Eis-me aqui, linda, maravilhosa e semi-loura, disposta a escrever um post interessante, engraçado e nada louro e não tenho coisa nenhuma pra contar.

Saco. Quer dizer, não é que eu não tenha nada de nada mesmo pra dizer. O problema é que disso eu não quero falar.

Eu ando batendo muito na mesma tecla. E tá ficando (já ficou?) muito chato.

Então eu decidi mudar de assunto. Vou pensar em outras coisas e falar de outras coisas. Afinal eu sempre fui ótima em tagarelar coisas sem sentido mesmo...

Combinado então? Nada mais daquele assunto. Quer dizer, a partir de agora que o post acabou sendo sobre esse tópico pestilento de todo jeito. Hmpf

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segunda-feira, 7 de setembro de 2009

As pessoas não cessam de decepcionar.
Mesmo quando você acha que já sabe tudo.
Mesmo quando você já comeu a famosa saca de sal junto.
Ainda que seja público e notório que o último número do palhaço seja sempre o do desaparecimento...

Cartola

Deixe-me ir
Preciso andar
Vou por aí a procurar
Rir prá não chorar
Deixe-me ir
Preciso andar
Vou por aí a procurar
Rir prá não chorar...

Quero assistir ao sol nascer
Ver as águas dos rios correr
Ouvir os pássaros cantar
Eu quero nascer
Quero viver...

Deixe-me ir
Preciso andar
Vou por aí a procurar
Rir prá não chorar
Se alguém por mim perguntar
Diga que eu só vou voltar
Depois que me encontrar...

Quero assistir ao sol nascer
Ver as águas dos rios correr
Ouvir os pássaros cantar
Eu quero nascer
Quero viver...

Deixe-me ir
Preciso andar
Vou por aí a procurar
Rir prá não chorar...

Deixe-me ir preciso andar
Vou por aí a procurar
Sorrir prá não chorar
Deixe-me ir preciso andar
Vou por aí a procurar
Rir prá não chorar...

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terça-feira, 25 de agosto de 2009

Coisas antigas vistas sob novas luzes podem ser surpreendentes. E eu não estou falando de mobília.

De vez em quando a gente é forçado a ver tudo sob uma luz nova, um ângulo novo. E ângulos novos, pelo menos até onde eu sei, requerem uma boa quantidade de contorsionismo.

Eu admito que não gosto de mudanças. Eu gosto de estar sempre certa. E pessoas sempre certas não deveriam ter que rever nada. Obviamente.

Mas o ângulo novo está aí. Eu odeio esse ângulo novo. É chato, ruim, desconfortável e por enquanto parece impraticável.

Mas eu já mudei de ângulo antes. E cá estou. Cada vez mais forte. Cada vez mais flexível. Cada vez vendo mais coisas impensadas nas novas luzes.

Vai saber. Daqui a pouco eu vou ser quase uma barata. Virtualmente indestrutível.

Isso me veio a cabeça numa enxurrada hoje. Tudo por causa de uma música que uma amiga cantou ontem...

Eu sei que demorou um pouquinho, mas afinal eu disse que era uma barata, não o papa-léguas.

Blues da Piedade

Composição: Roberto Frejat/Cazuza

Agora eu vou cantar pros miseráveis
Que vagam pelo mundo derrotados
Pra essas sementes mal plantadas
Que já nascem com cara de abortadas

Pras pessoas de alma bem pequena
Remoendo pequenos problemas
Querendo sempre aquilo que não têm

Pra quem vê a luz
Mas não ilumina suas minicertezas
Vive contando dinheiro
E não muda quando é lua cheia

Pra quem não sabe amar
Fica esperando
Alguém que caiba no seu sonho
Como varizes que vão aumentando
Como insetos em volta da lâmpada

Vamos pedir piedade
Senhor, piedade
Pra essa gente careta e covarde
Vamos pedir piedade
Senhor, piedade
Lhes dê grandeza e um pouco de coragem

Quero cantar só para as pessoas fracas
Que tão no mundo e perderam a viagem
Quero cantar o blues
Com o pastor e o bumbo na praça

Vamos pedir piedade
Pois há um incêndio sob a chuva rala
Somos iguais em desgraça
Vamos cantar o blues da piedade

Vamos pedir piedade
Senhor, piedade
Pra essa gente careta e covarde
Vamos pedir piedade
Senhor, piedade
Lhes dê grandeza e um pouco de coragem

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